quinta-feira, 28 de abril de 2011

Tornados castigam os EUA.

A atual temporada de tornados nos Estados Unidos já provocou quase 300 mortos no país, fazendo com que esta seja a pior catástrofe natural em território norte-americano desde o furacão Katrina, que em 2005 deixou 1.800 mortos e causou prejuízos da ordem de 2 bilhões de dólares.
Os violentos tornados e tempestades estão devastando construções, veículos e áreas de cultivo agrícola na região sudeste do país, especialmente no Estado do Alabama, onde morreram pelo menos 194 pessoas na última semana.
Em função da gravidade da situação, o presidente Barack Obama anunciou que fará uma visita na sexta-feira aos locais devastados e prometeu forte apoio federal para a reconstrução.
As autoridades contabilizam até este momento 295 mortos, mas sobreviventes e socorristas acreditam que este balanço ainda deve aumentar.

Emergência

Os estados do Alabama, Arkansas, Kentucky, Mississippi, Missouri, Tennessee e Oklahoma declararam estado de emergência, e seus governadores pediram a ajuda da Guarda Nacional para as operações de resgate e limpeza.
A Casa Branca afirmou que Obama conversou nesta quinta-feira com a secretária de Segurança Interna, Janet Napolitano, e com o administrador da Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA), Craig Fugate, para discutir o desastre.
O Serviço Meteorológico Nacional (NWS) indicou que mais de 300 tornados já haviam sido registrados desde sexta-feira passada, dos quais mais de 130 só na quarta.

Veja a força dos tornados nos EUA

Desastre no Albama

O Alabama foi o estado mais atingido, varrido por duas linhas de tempestades e um tornado que transformou em ruínas a cidade de Tuscaloosa e Birmingham.
Em algumas áreas, quarteirões inteiros foram varridos pelo vento. Durante todo o dia, bombeiros e voluntários realizaram buscas por sobreviventes em meio aos escombros.
"É um grande, grande desastre", afirmou o governador do Alabama, Robert Bentley.
Em levantamentos preliminares, autoridades reportaram 32 mortos em Mississipi, 34 no Tennessee, 11 no Arkansas, 14 na Geórgia, 8 na Virgínia e 2 em Louisiana.

"Vigas caindo do céu"

Assustados, os moradores de Birmingham tentavam calcular os danos nesta quinta-feira. Enquanto alguns agradeciam por ainda estarem vivos, outros choravam a perda de amigos e familiares.
"Havia vigas de madeira caindo do céu", descreve o gerente de loja Jack Welch. "Pelo menos 30 casas foram destruídas" perto de seu estabelecimento.
Algumas das casas varridas pelos fortes ventos tiveram os destroços localizados a até 80 quilômetros de distância. Dezenas de cidades estão sem energia elétrica.
Fonte: UOL Notícias.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Situação dos Biomas Brasileiros.




O Brasil concentra um terço das florestas tropicais do mundo, mas apenas 1,99% é protegido por unidades de conservação integrais (que não permitem o uso dos recursos naturais). Essa porcentagem está bem abaixo da média mundial, que é de 6%. Além de poucas, as unidades de conservação estão mal distribuídas no país. Essa conclusão é resultado de um estudo realizado pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF), em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Deste estudo, resultou um novo mapa da biodiversidade do País.
O trabalho foi apresentado na 52a. Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), no dia 11/07/2000, em Brasília (DF), e mostra uma radiografia completa dos sete grandes biomas brasileiros: Amazônia, Caatinga, Campos Sulinos, Cerrado, Sistema Costeiro, Mata Atlântica e Pantanal.
O mapa nacional da biodiversidade, além de redefinir geograficamente os sistemas brasileiros, mostra algumas surpresas, como o fato de a Mata Atlântica, apesar de ter número expressivo de unidades de conservação, estar com apenas 0,69% de sua área protegida. 
Outra surpresa nada agradável: o Brasil está muito atrás de outros países da América do Sul na área de proteção ambiental: à nossa frente estão a Bolívia (com 3,9% de sua área de conservação integral preservada), a Colômbia (7,9%) e a Venezuela (22%).
O governo brasileiro pretende mudar essa situação com a proposta de investir em torno de US$ 240 milhões, com financiamentos externos do Banco Mundial, e aumentar para 10% as áreas de proteção integral.
Atualmente, cerca de 90% das áreas protegidas no país, em 150 unidades de conservação, estão sob responsabilidade do Ibama. O restante fica sob os cuidados dos estados e municípios.

Conheça a situação atual dos sete Biomas Brasileiros:
Amazônia: maior bioma brasileiro, com 369 milhões de hectares, tem apenas 3,6% de sua área sob conservação federal.

Cerrado: mesmo sendo o segundo maior bioma do Brasil, além de conter a mais rica biodiversidade do mundo, o cerrado tem apenas 0,8% de sua área sob proteção.
Caatinga: com exceção de uma área do Parque Nacional da Serra das Confusões, este bioma não tem recebido nenhuma proteção. Só 0,8% de sua área tem unidades de conservação.

Mata Atlântica: tem o maior número de unidade de conservação do Brasil (36), mas ainda assim esse bioma apresenta somente 0,69% de sua área total sob proteção, em razão da pequena área das unidades de conservação existentes.
Campos Sulinos: apenas duas áreas são protegidas, representando 0,3% do ecossistema: a Estação Ecológica do Taim e Parque Nacional da Lagoa do Peixe.

Pantanal: apesar de sua biodiversidade, só tem duas unidades de conservação, que representam 0,55% de sua área.
Ecossistema costeiro: com apenas três ecorregiões, a região costeira é a mais protegida, com 6,4% de sua área protegidos.

Fonte: WWF/2000

terça-feira, 26 de abril de 2011

Chernobyl: o desastre soviético e a contaminação radioativa



Foto: Daniel Berehulak
Depois de um terremoto de intensidade jamais vista e de um tsunami de poder destrutivo avassalador, o Japão encara mais um pesadelo: o risco de uma catástrofe nuclear. A região atingida pelos tremores, no nordeste do território japonês, tem diversas usinas de energia atômica, e o abalo provocou rachaduras, vazamentos e explosões. De acordo com o governo, a situação ainda está sob controle, mas ninguém descarta a chance de novo acidente nas usinas. A situação trouxe de volta à lembrança das pessoas a tragédia mais famosa da história da energia nuclear: a explosão ocorrida há 25 anos em Chernobyl, na antiga União Soviética, atual Ucrânia. O desastre foi tema de uma reportagem de capa de VEJA em 1986.
O governo soviético admitiu: ocorreu um acidente num dos cinquenta reatores em operação no país – o da usina de Chernobyl, nas vizinhanças de Kiev, a terceira maior cidade da URSS. A partir daí a Europa começava a viver dias de medo ao mesmo tempo em que o mundo se dava conta, aos poucos, dos detalhes do maior acidente nuclear de todos os tempos. Em poucos dias, a nuvem radioativa estendeu-se por toda a Europa Central, atingindo a Suíça, o norte da Itália e batendo, na sexta-feira, sobre uma parte da Inglaterra. Carregada de iodo, césio e estrôncio radioativos, ela cobriu uma distância de 3.100 quilômetros, atingindo doze países, numa área equivalente à que vai de São Paulo ao Ceará. Enquanto isso, o governo soviético reconhecia o desastre em pílulas. Lacônico até mesmo diante das perguntas da Agência Internacional de Energia Atômica, à qual está filiado, ele só admitiu na noite de segunda-feira um desastre que ocorrera três dias antes. Desde o momento em que admitiram o desastre, fixou-se na versão de que o problema fora controlado, com a perda de duas vidas e a existência de 197 feridos. A estimativa dos serviços de espionagem americanos gira em tomo de 2.000 mortos, mas o governo soviético classifica todos esses cálculos como simples “boatos”. Era difícil saber o que sucedera em Chernobyl na noite de 25 de abril.
O que aconteceu depois
Quando as circunstâncias da tragédia ficaram claras, soube-se que trinta pessoas morreram imediatamente em razão do acidente e que a causa foi um experimento não autorizado que fugiu ao controle dos cientistas. Nos anos seguintes, mais de 5.000 mortes foram atribuídas à contaminação e pelo menos 5 milhões de pessoas sofreram problemas físicos ou psicológicos em razão da exposição à nuvem de poeira radioativa. Ainda hoje, pesquisadores avaliam o aumento dos casos de câncer e outras doenças em razão da tragédia em Chernobyl. O colapso da União Soviética e a miséria que imperou nas ex-repúblicas na década de 1990 ajudaram a piorar o cenário. A Ucrânia, onde está a usina, interrompeu ou passou a atrasar o pagamento de compensações e ajudas às vítimas e famílias das vítimas. Em meados dos anos 90, o presidente da vizinha Bielo-Rússia, Alexander Lukashenko, permitiu que moradores pobres voltassem a morar na região contaminada, numa medida que gerou muitos protestos. Os demais reatores de Chernobyl funcionaram até 2000, quando as autoridades cederam à pressão internacional e desativaram toda a usina.
Em abril de 2003, 17º aniversário da tragédia de Chernobyl, autoridades russas fizeram alertas sobre a possibilidade de colapso do escudo de concreto erguido, pouco após o acidente, ao redor do reator problemático, para minimizar o vazamento de material radioativo. “O sarcófago foi construído para durar cinco anos, mas já está instalado lá há dezessete. E ninguém investiga a sério as reações que acontecem dentro dele”, disse o ministro da Energia Atômica da Rússia, Alexander Rumyantsev. “Há buracos nele e o teto pode cair. Precisamos de um novo escudo ao redor do antigo”, acrescentou. O governo da Ucrânia negou a possibilidade de um novo acidente e garantiu que as medidas necessárias estão em execução e serão finalizadas a tempo se houver ajuda financeira do Ocidente. Técnicos da usina reconheceram os problemas e divulgaram um plano para estabilizar as condições do escudo antigo rapidamente e erguer um novo caixão de concreto em volta do atual. Em setembro de 2005, um relatório preparado pelo Fórum Chernobyl, que inclui oito agências da ONU, apresentou mais detalhes da tragédia. A investigação foi realizada por centenas de cientistas, economistas e médicos. Em abril de 2006, no vigésimo aniversário do acidente, a data foi marcada por protestos contra a criação de novas usinas nucleares pelo mundo.
Fonte: Revista Veja.

Pontos Cardeais.


Pontos cardeais, colaterais e subcolaterais presentes na rosa-dos-ventos.
A necessidade de localizar-se e orientar-se no espaço geográfico é de grande relevância para o homem e suas atividades em diferentes períodos da humanidade. Todos os meios de orientação, desde a utilização de astros e estrelas até o GPS  (Sistema de Posicionamento Global), contribuíram com as navegações em busca de novas terras, com as rotas comerciais, guerras e muitas outras aplicações. 

Existem diversas formas de orientação, uma delas é a dos pontos cardeais. Pontos cardeais correspondem aos pontos básicos para determinar as direções, são concebidos a partir da posição na qual o sol se encontra durante o dia. Os quatro pontos são: Norte (sigla N), denominado também de setentrional ou boreal; Sul (S), chamado igualmente de meridional ou austral; Oeste (O ou W), conhecido também como ocidente; e Leste (E), intitulado de oriente. 

Para estabelecer uma localização mais precisa são usados os pontos que se encontram no meio dos pontos cardeais. Esses pontos intermediários são denominados de pontos colaterais, Sudeste (entre sul e leste e sigla - SE), Nordeste (entre norte e leste - NE), Noroeste (entre norte e oeste - NO) e Sudoeste (entre sul e oeste - SO). 

Existem ainda maneiras mais precisas de orientação, oriundas dos pontos cardeais e colaterais. Nesse caso, refere-se aos pontos subcolaterais que se encontram no intervalo de um ponto cardeal e um colateral, que totalizam oito pontos. São eles: norte-nordeste (sigla NNE), norte-noroeste (NNO), este-nordeste (ENE), este-sudeste (ESE), sul-sudeste (SSE), sul-sudoeste (SSO), oeste-sudoeste (OSO) e oeste-noroeste (ONO). 

Para inserir todos os pontos apresentados foi criada a rosa-dos-ventos, chamada também de rosa-dos-rumos e rosa-náutica.
Fonte: Brasil Escola.

Eixo de rotação da Terra.

Fonte: Youtube.

sábado, 23 de abril de 2011

AEROPORTOS BRASILEIROS, SERÁ QUE VAI????

Brasil passará vexame com aeroportos na Copa de 2014

Estudo do Ipea prevê que nove dos treze aeroportos que serão reformados para 2014 não ficarão prontos a tempo do evento. Apenas Galeão teria boa situação

Dos treze aeroportos brasileiros que receberão investimentos para modernização e aumento de capacidade para a Copa do Mundo de 2014, nove não ficarão prontos a tempo e um será finalizado no mês em que se inicia o campeonato - "se tudo der certo". A conclusão é de um estudo divulgado nesta quinta-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O documento sinaliza com a possibilidade de um grande vexame no Mundial - afinal, tanto o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, como o presidente da Fifa, Joseph Blatter, sempre avisaram que uma infraestrutura aeroportuária eficiente é fator indispensável para que a Copa no Brasil dê certo.O estudo do Ipea apresenta informações alarmantes. Com base no tempo médio de uma obra de infraestrutura de transporte de grande porte no Brasil, e no estágio atual dos trabalhos em cada aeroporto, o instituto concluiu que os aeroportos de Manaus, Fortaleza, Brasília, Guarulhos (SP), Salvador, Campinas (SP), Cuiabá, Confins (MG) e Porto Alegre não deverão estar prontos para a Copa de 2014. As obras do aeroporto de Curitiba podem ficar prontas até junho de 2014, "se tudo der certo", diz o estudo. Essa previsão é otimista, porque não leva em conta problemas como um questionamento do Tribunal de Contas da União (TCU), por exemplo.Para o Ipea, o aeroporto do Galeão (RJ) já está em obras e tem uma situação operacional adequada. As obras do novo aeroporto de Natal não têm previsão de conclusão, conforme dados da Infraero, e o atual aeroporto receberá investimentos para ampliar o terminal de passageiros, mas a capacidade não foi divulgada. De qualquer forma, segundo o Ipea, um novo aeroporto em Natal não ficaria pronto antes da Copa de 2014. E as obras no aeroporto de Recife se referem apenas à construção de uma torre de controle. E mesmo se todas as obras forem concluídas até 2014, isso não quer dizer que a aviação civil brasileira voará em céu de brigadeiro.Levando em conta o crescimento da economia brasileira, o Ipea estima que o movimento de passageiros vai crescer em média 10% ao ano, chegando a 151,8 milhões de pessoas nos treze aeroportos da Copa, durante o ano de 2014. Com as reformas, a capacidade dessas unidades será de 148,7 milhões. Dez aeroportos estariam em situação crítica, com taxa de ocupação acima de 100%. "A análise do plano de investimentos para os aeroportos da Copa sugere que as obras foram planejadas com subdimensionamento da demanda futura. O setor continua sendo planejado com o olho no espelho retrovisor, em vez de se preparar para 40 anos à frente", diz o documento.O instituto lembra que o governo federal assegurou à Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) 5,6 bilhões de reais para investir nesses treze aeroportos, para um aumento de 57,4% na capacidade. Como solução para o possível atraso, o Ipea sugere que o poder público poderia estabelecer procedimentos diferenciados em relação às obras de infraestrutura nos aeroportos, a fim de diminuir a demora na execução das diferentes etapas desse tipo de gasto. O instituto também menciona a participação da iniciativa privada. "Ela investe recursos em transporte rodoviário, ferroviário e aquaviário. Apenas para o setor aeroportuário não há investimentos privados".
Desafio - Consultada, a Infraero disse que desconhece as bases técnicas utilizadas no estudo do Ipea e não participou de qualquer discussão, "de modo que não pode fazer qualquer tipo de avaliação a respeito". Nas últimas semanas, diversas autoridades brasileiras e internacionais têm mostrado preocupação em relação à situação dos aeroportos do Brasil. Um deles foi o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB). Segundo ele, as demais obras necessárias para a Copa de 2014 estão seguindo o calendário previsto. "O único desafio para o qual não consigo enxergar a solução é a concessão dos aeroportos", afirmou ele, aliado ferrenho do governo.
No final do mês passado, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, advertiu os brasileiros que o torneio será "amanhã", e não "depois de amanhã". De acordo com o cartola, o Brasil está atrasado na comparação com a última sede da Copa, a África do Sul. Nesta semana, o ministro do Esporte, Orlando Silva, afirmou que a presidente Dilma Rousseff vai anunciar "inovações" no sistema aeroportuário brasileiro logo depois de sua viagem à China. Segundo ele, a modernização do sistema já começou, com a mudança de comando na Infraero e a escolha de Wagner Bittencourt de Oliveira para comandar a recém criada Secretaria de  Aviação Civil.
Fonte : Revista Veja.

Ciclo da água animado!!!

Fonte: Youtube.

Para refletir!!!

Fonte: Youtube.

Placas Tectônicas em vídeo.

Fonte: Youtube.

Relevo e placas tectônicas.

Quando os pesquisadores do século 19 e início do século passado observavam as diferentes formas de relevo, perguntavam-se por que alguns lugares possuíam montanhas elevadas com picos pontiagudos, outros eram montanhas arredondadas e outros eram planícies (áreas amplas e planas, geralmente muito baixas).

Para tentar explicar a questão, chegaram a propor que a Terra estava se expandindo (crescendo como um pão de queijo ou um bolo no forno) e conforme se expandia apareciam essas diferenças de altitude e formas da superfície (essas desigualdades são chamadas de relevo).

Outros pesquisadores pensavam que a Terra estaria se encolhendo como uma ameixa que seca e ao encolher apareceriam as montanhas e depressões.

Então o pesquisador Alfred Wegener elaborou a teoria da deriva continental.

A teoria foi confirmada com o surgimento da teoria de movimento das placas tectônicas. 

Placas tectônicas

A teoria da Tectônica de Placas afirma que o planeta Terra é dividido em várias placas tectônicas (como uma bola de capotão, mas com gomos irregulares e de diferentes tamanhos) que se movimentam, pois estão flutuando sobre o magma (como a lava vulcânica derretida que sai dos vulcões). Ao se movimentarem, formam as montanhas mais recentes (dobramentos modernos), fossas oceânicas, atividade vulcânica, terremotos, cordilheiras meso-oceânicas, tsunamis, etc.

A Terra é formada por várias camadas, as três principais são: núcleo, manto e crosta. Existem várias subdivisões, algumas aparecem na figura abaixo:


 Ciência Hoje na Escola/SBPC
Camadas da Terra


A crosta é a camada superficial da Terra e é formada, principalmente por silício e alumínio (por isso ela também é chamada de Sial, abreviação dos dois componentes) e o manto é formado principalmente por silício e magnésio (também chamado de Sima) e apresenta subdivisões como a litosfera e a astenosfera; a litosfera faz contato com a crosta e é sólida, enquanto a astenosfera é uma camada de rocha derretida.

Flutuando no magma

As placas apresentam uma densidade menor (em média 2,8) que a do magma (em média 3,2) e por isso as placas "flutuam" no magma da astenosfera que é tão quente (geralmente mais de 1.000ºC) que se apresenta derretido, portanto quase líquido, mas muito viscoso.

Como todo líquido quente, o magma gira e ao girar empurra as placas em um certo sentido. Então, elas podem se chocar:


 Ciência Hoje na Escola/SBPC
Zona de convergência, que resulta na formação de dobramentos modernos e fossas oceânicas.

ou se afastar: 


 Ciência Hoje na Escola/SBPC
Zona divergente no centro da figura, que resulta na formação da crista médio-oceânica.

Os dois processos vão provocar resultados diferentes na superfície terrestre.

Uma grande parte da atividade vulcânica e dos abalos sísmicos mais fortes (terremotos) estão localizados nas bordas das placas tectônicas. Se compararmos os mapas abaixo para relacionar esses fenômenos, perceberemos que os limites das placas tectônicas e a localização dos terremotos e vulcões coincidem e se concentram em volta do oceano Pacífico (por isto esta região é chamada de Círculo de Fogo do Pacífico). 



reprodução
Fonte: UOL Educação.

Grupos terroristas pelo mundo.



Ataque terrorista de 11 de setembro.

O terrorismo tornou-se um tema bastante evidente em todos os meios de comunicação, principalmente após os ataques de 11 de setembro aos Estados Unidos. O mundo tem observado o terrorismo como uma ameaça constante, o caso citado não foi o único, existem vários grupos espalhados por todos os continentes e que reivindicam diferentes interesses. 
A seguir os principais grupos terroristas e onde estão localizados no espaço geográfico mundial.

Al Qaeda: grupo fundamentalista islâmico que possui financiadores para o desenvolvimento de ataques em diferentes pontos do planeta, além disso, detém ramificações da organização, configurando assim como uma atitude globalizada. Esse grupo surgiu no Oriente Médio, porém os ataques ocorrem nessa região e em outros pontos do planeta. 

Hamas (Movimento de Resistência Islâmica): grupo que atua em locais próximos à fronteira entre a Palestina e Israel, que busca a formação do Estado Palestino através de atentados com homens bomba e outras modalidades. 

Jihad Islâmico da Palestina: desenvolve suas práticas em Israel, em áreas ocupadas pela Jordânia e Líbano. 

Hizbollah (Partido de Deus): desenvolve-se no Líbano, com participantes nos Estados Unidos, Europa, Ásia, África e América do Sul. 

Al Jihad: age no Egito, busca implantar um Estado Islâmico, possui ligação no Afeganistão, Paquistão, Iêmen, Sudão, Líbano e Reino Unido. 

Organização Abu Nidal: age principalmente no Iraque, Líbano, Líbia e Egito. 

Frente Popular para a Libertação da Palestina: atua na Síria, Líbano, Israel e na Palestina. 

Frente popular de Libertação da Palestina - Comando Geral: representa um grupo terrorista que surgiu na Palestina, atua na faixa de Gaza, Síria e Líbano. 

Brigada dos Mártires do Al-Aqsa: grupo palestino terrorista que atua com ataques, atentados, rebeliões contra Israel. 

Grupo Abu Sayyaf: age especialmente no sul das Filipinas e Malásia. 

Grupo Islâmico Armado (GIA): age na Argélia, esse grupo terrorista se formou em 1992. 

Kach e Kahane Chai: grupo terrorista israelense que busca a implantação do território conforme está expresso na Bíblia, dessa forma seu maior inimigo é a Palestina. 

Grupo Islâmico (GI): grupo terrorista que atua no Egito, além do Afeganistão, Sudão, Reino Unido, Iêmen e Áustria. 

HUM (Harakat ul-Mujahidin): grupo extremista que age em função do islamismo em países como o Paquistão e Índia, na região da Cachemira. 

Movimento Islâmico do Usbequistão: tem suas atuações, sobretudo, no Usbequistão, além do Afeganistão, Tajiquistão e Quirguízia. 

Partido dos Trabalhadores do Curdistão: corresponde a um grupo que aspira por território e independência, representa o povo curdo, age na Turquia, Iraque, Síria e Europa Ocidental. 

Exército de Libertação Nacional do Irã: grupo que busca a expansão do islamismo. 

Tigres Tâmeis: grupo separatista que busca a independência entre o norte e o sul do Sri Lanka. 

ETA (Pátria Basca e Liberdade): busca a independência territorial da França e Espanha. 

Ira (Exército Republicano Irlandês): luta pela saída das forças britânicas do território da Irlanda, atua em partes da Europa, especialmente na Irlanda do Norte. Esse é um grupo católico. 

Ensinamentos da Verdade Suprema: grupo com base religiosa que acredita que o fim do mundo está próximo e esse será decorrente da Terceira Guerra Mundial entre Estados Unidos e Japão. 

Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia): corresponde a um grupo guerrilheiro que desenvolve um estado paralelo na Colômbia, sua atuação é mais evidenciada na Venezuela, Panamá e Equador, além dos ataques, atentados e sequestros ocorridos internamente.
Exército de Libertação Nacional – Colômbia: esse grupo tem sua atuação na Colômbia e têm ideais semelhantes aos praticados em Cuba, promove uma grande quantidade de sequestros no país, principalmente de estrangeiros. 

Autodefesas Unidas da Colômbia: grupo vinculado ao narcotráfico que visa proteger seus negócios contra as ações da Farc, além de garantir o plantio da coca e o mercado de cocaína. 

Sendero Luminoso: grupo guerrilheiro que age no Peru em busca da implantação de um estado comunista. 

Movimento Revolucionário Tupac Amaru: grupo que atua no Peru e visa à instauração do regime socialista no país. 

Frente Revolucionária de Libertação Popular: grupo com ideais marxistas que age na Turquia e contra os Estados Unidos. 

Organização Revolucionária 17 de Novembro: atua na Grécia contra Estados Unidos, OTAN e União Europeia. 

Luta Revolucionária do Povo: grupo que foi criado para confrontar o governo militar e a ditadura que vigorou na Grécia, na década de 70. 

Grupos separatistas chechenos: grupos terroristas que buscam a independência da Chechênia em relação à Rússia, esses cometem uma série de atentados.

Fonte: Brasil Escola.

Globalização recente.

No decorrer do século 20 três grandes projetos de liderança da globalização conflitaram-se entre si: o comunista; o da contra-revolução nazi-fascista e o projeto liberal-capitalista. 

Num primeiro momento ocorreu a aliança entre o liberalismo e o comunismo (em 1941-45) para a auto defesa e depois, a destruição do nazi-fascismo. Num segundo momento os EUA e a URSS, se desentenderam gerando a guerra fria, onde o liberalismo norte-americano rivalizou-se com o comunismo soviético numa guerra ideológica mundial e numa competição armamentista e tecnológica que quase levou a humanidade a uma catástrofe.

Com a política da glasnost, a guerra fria encerrou-se e os Estados Unidos proclamaram-se vencedores. O momento símbolo disto foi à derrubada do Muro de Berlim ocorrida em novembro de 1989, acompanhada da retirada das tropas soviéticas da Alemanha reunificada e seguida da dissolução da URSS em 1991. A China comunista, por sua vez, que desde os anos 70 adotara as reformas visando sua modernização, abriu-se em várias zonas especiais para a implantação de indústrias multinacionais. Desde então só restou hegemonia no moderno sistema mundial a economia-mundo capitalista, não havendo nenhuma outra barreira a antepor-se à globalização.
Chegamos desta forma a situação presente onde sobreviveu uma só superpotência mundial: os Estados Unidos. É a única que tem condições operacionais de realizar intervenções militares em qualquer canto do planeta (Kuwait-91, Haiti-94, Somália-96, Bósnia-97, etc.). Enquanto na segunda fase da globalização vivia-se na esfera da libra esterlina, agora é a era do dólar, enquanto que o idioma inglês tornou-se a língua universal por excelência. Pode-se até afirmar que a globalização recente nada mais é do que a americanização do mundo.
Fonte: Brasil Escola.

A Geografia do turismo.


turismo é uma boa fonte de receita para os países.
As viagens internacionais, há algum tempo, servia apenas a uma restrita parcela da população mundial, aquelas com alto poder aquisitivo, no entanto, atualmente a indústria do turismo tem produzido um volume extraordinário de dinheiro, todos os países têm adotado políticas direcionadas ao turismo. 

O turismo se expandiu por vários motivos, mas com certeza o que impulsionou essa atividade foi o desenvolvimento dos transportes (ferroviário, rodoviário, hidroviário, marítimo e aéreo) e da telecomunicação (telefone, internet, celular etc.), pois esses facilitam a comunicação entre as empresas que trabalham nesse ramo. Hoje existe um fluxo internacional grande de turistas que gastam e consomem, incrementando ainda mais a atividade.

O ramo turístico modifica o espaço geográfico, pois para atender o turista é preciso criar infraestrutura e direcionar mão de obra especializada, mas é importante destacar que o turismo exerce uma função importante em cidades turísticas, pois as características e a identidade do lugar são preservadas. 

Os países que recebem o maior fluxo de turistas são Estados Unidos e União Europeia. 
Os europeus são os que mais realizam viagens turísticas, em seguida os Americanos e Canadenses. 

Mas é bom ressaltar que essa é uma realidade vivida por pessoas de classe média e alta, que representam a minoria da população mundial. A maioria, aquelas que têm baixo poder aquisitivo, não tem expectativa de realizar tais viagens.
Fonte: Brasil Escola.