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Mostrando postagens de Dezembro, 2011

Economia: Principais questões em 2012

Se 2011 — com as revoluções árabes, o tsunâmi no Japão e a crise econômica na Europa — foi um ano agitado, para dizer o mínimo, o próximo promete ser não menos desafiador e imprevisível. A maioria das economias estará mais fraca, a pressão sobre os políticos da zona do euro será maior e o desafio de estabilizar países transformados pela Primavera Árabe e traduzir progresso político em ganhos econômicos será uma questão chave. Também haverá os pequenos problemas da eleição presidencial nos Estados Unidos e da mudança de geração na Coreia do Norte. Aqui, sem uma ordem especial, estão as visões da Economist Intelligence Unit sobre algumas das questões chaves que provavelmente vão moldar a agenda internacional no próximo ano:Desaceleração da economia global. As condições econômicas serão mais difíceis para a maior parte do mundo em 2012. Esperamos um crescimento global do PIB em paridade de poder de compra de 3,2% em 2012, contra 3,8% em 2011. Uma contração acentuada nas economias da Zo…

Do menino Jesus ao consumismo desenfreado.

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Qual será o real símbolo do Natal? O presépio em celebração ao nascimento de Jesus Cristo ou a profusão de sacolas de compras que algumas pessoas mal conseguem carregar? Seriam as canções tradicionais, a trilha essencial do Natal ou os jingles comerciais e as vozes dos locutores nos centros de compras anunciando mais uma oferta “imperdível”? Reinaldo Canto escreve sobre o estresse das compras de fim de ano. Foto:José Cruz/ABr São questões de fácil resposta. Basta observar as lojas entupidas de pessoas entregues a busca desenfreada por produtos e quinquilharias de todos os gêneros e preços. Graças a esse estado de coisas, as nossas cidades são testemunhas do arrefecimento nas condições do tráfego, as metrópoles sentem uma piora considerável no trânsito já caótico e os cristãos, ou melhor dizendo, consumidores, de tão ávidos, ansiosos e impacientes para se livrar da tarefa de aquisição de produtos, se tornam agressivos e muitas vezes irracionais. Do ponto de vista da sustentabilidade, esse é…

Retrospectiva 2011.

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Fonte: Youtube.