quarta-feira, 15 de maio de 2013

Venezuela e China firmam acordos estratégicos em áreas chaves.


O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, firmou, nesta segunda-feira (13) quatro acordos bilaterais com o vice-presidente da República Popular da China, Ly Yuanchao, no Palacio Miraflores, em Caracas.


AVN
Maduro
Venezuela e China firmam cooperação com visita do vice-presidente Li Yuanchao
Maduro ressaltou que os acordos estão em sintonia com o Plano da Pátria 2013-2019 deixado pelo presidente Hugo Chávez e responde aos objetivos de conseguir independência econômica e tecnológica; e de transformar o país em uma potência.

Foram firmados quatro acordos para fortalecer áreas chaves como a construção de um porto para a empresa Pequiven em Carabobo.

“Nossa indústria terá um terminal marítimo novo, para prestar os serviços da fábrica de amoníaco e ureia, e assim seguiremos projetando o crescimento de nossa petroquímica”, explicou o chefe de Estado venezuelano.

Também foi estabelecido um acordo de cooperação em matéria de hidrocarbonetos e mineração entre os governos, a fim de desenvolver projetos conjuntos em toda a cadeia produtiva. 

“Vamos introduzir novos métodos de gestão e de direção das empresas para produzir alimentos, em conjunto com a tecnologia e o apoio chinês”, disse Maduro.

Outro acordo é o que permitirá a 50 venezuelanos estudar a experiência chinesa nas zonas econômicas especiais, que têm sido “chave para impulsionar o desenvolvimento das forças produtivas”.

Maduro acrescentou que serão analisados um conjunto de acordos entre o Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) e o Partido Comunista da China. "Estamos convencidos de que o socialismo do século 21 é o caminho da prosperidade social, econômica, educativa, cultural, humana, integral da Venezuela, para conquistar o direito ao bem viver, à vida verdadeira", enfatizou.

Fonte: Portal Vermelho.

Um comentário:

  1. Interessante essa questão de tornar a Venezuela uma potência, não só pelo fato de que a Venezuela vem chamando bastante atenção pela sua economia ricamente quantificada, como também por ter conseguido como "parceiro" a China, da qual o Brasil também deveria firmar acordos.

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